
Em 6 de agosto de 2008, Rodrigo Mariano, Henrique “Falange” Diógenes e Bianka deram início a mais um projeto micronacional na Lusofonia. Foi anunciada a Diarquia Democrática de Esparta. Em um primeiro momento, era plausível acreditar que se trata de _ainda_ mais uma tentativa de emplacar uma micronação. Em um cenário de dispersão das energias e esfriamento geral do movimento micronacional, por várias razões, a maioria poderia acreditar que, inevitavelmente, Esparta estaria fadada ao (usual) fracasso. O obituário micronacional é vasto.

Brasão Oficial
Nada mais distante da realidade. Esparta atravessou o teste do primeiro ano (o primeiro de muitos). A proposta inicial, modelista, trata-se de incorporar os valores da antiga pólis de Esparta, da Antigüidade Helênica, sob um prisma da defesa da democracia e da virtude combativa. Embalado pelo sucesso do thriller “300″, o projeto adotou a inovação do Ning e afiliou-se ao Socioculturalismo protagonizado pelos micropatriólogos Carlos Goes e Filipe Sales.
O lance de mestre do rei Rodrigo Mariano foi a adesão à Comunidade Livre de Pasárgada, reunindo energias e filiando-se a uma proposta tradicional e de primeira grandeza do movimento micronacional. Acolhida como quinto cantão, ao lado de Cenit, Sloborskaia, Icária e Efaté, Esparta desenvolveu-se de modo estável, ainda que paulatino.
Estruturada, Esparta conseguiu atrair micronacionalistas de qualidade, como Douglas Silva, o veterano Daniel Bojczuk, a carismática (e sobretudo bela) Kehsia Lorhana, o jornalista Leonardo Gomes e o próprio Sales, que se uniu ao empreendimento este ano.

Votante na OML
A integração foi absoluta. Bojczuk e Falange são dirigentes da Coração Pasárgado, Oradores e membros eminentes do Governo “Pulsando por Pasárgada” / José Luiz Borrás. Kehsia é a porta-voz comunitária. Gomes ficou famoso por sua atualização diligente da Agência Espartana de Notícias, a AGESNO (também em WordPress!)— que o Tribuna Popular promove e recomenda.

Membro do ITM
A micronação uniu-se ao Principado de Efaté para fundar o Instituto de Tradições Monárquicas. Ademais, reafirmando o caráter também monárquico da Comunidade Livre, a Diarquia foi admitida, novamente de braços dados com Efaté, junto à Organização das Micromonarquias Lusófonas (OML), como pleno membro votante.
Por fim, no primeiro aniversário, o Rei Mariano anunciou o novíssimo visual do site oficial da Diarquia, com seus típicos templos e ordens militares. Um trabalho de qualidade, esteticamente apurado, de fazer inveja a muitos projetos do mundico. Para fechar com chave de ouro, “Sparta” também ganhou a sua própria página nas wikis anglófona (MicroWiki) e européia (MNeu), com direito a aparecer na ‘List of Micronations‘.
Fica o mistério: e o segundo rei (ou rainha), quem será?


