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UniCM com programa para Lusofonia


O reitor McMillan Hunt da Universidade Comunitária Micronacional (UniCM) — centro de excelência voltado a todos os micronacionalistas lusófonos, sediado em Efaté, Pasárgada — anunciou nesta semana o mais completo programa de estudos já visto no mundo micronacional. Trata-se de uma iniciativa que, se bem-sucedida, será um divisor de águas no campo da educação micronacional.

O Plano de Estudos da UniCM inclui quatro cursos para obtenção de quatro diplomas.

O professor cenitense Fábio Racoski oferece “Espanhol para Micronacionalistas”, em dez módulos e duração de seis meses, contando com convênio com o Centro Virtual Cervantes. A iniciativa agrega-se ao esforço empreendido pelo único cantão bilíngüe do micronacionalismio em fortalecer os laços com a hispanofonia. O recente Ciclo Político no cantão concluiu, recentemente, uma declaração de intenções visando à expansão cenitense nas dezenas de micronações latino-americanas e espanholas. Graças à atuação do Vice-Chanceler Hispanófono Igor Ravasco, Pasárgada tem celebrado acordos com micronações desse setor, como Gnostopia, Finismund, Titania e Buenos Aires, bem como integra a Organización de las Micronaciones Unidas (OMU).

Rafael Cruz, outro cenitense,  o ministro da cultura e também idealizador do PasCinema, ministrará Xadrez Básico. O objetivo é preparar pasárgados para (um dia) enfrentar o bicho-papão do mundo enxadrista em PAS, Bruno Cava, que, com rating internacional 2.150 já derrotou o vice-campeão pasárgado Yuri Ghenov em um match real (4 a 0), durante o II Encontro Anual da micronação e aguarda adversários (minimamente) à altura do terceiro colocado no Campeonato Carioca Absoluto 2008.

O sloborskaio e ministro da economia Yuri Ghenov vai lecionar Esperanto, em doze lições, idioma que se reveste de um ar de maçonaria e é diariamente promovido pelo segundo mais antigo pasárgado em atividade.

Finalmente, o curso mais aguardado e completo apresentado pelo magnífico reitor Millan foi Artes Liberais, com bacharelado múltiplo em Letras, Filosofia, Micropatriologia e História. Em seis meses, quatro professores veteranos no micronacionalismo  — Bruno Cava, Felipe Aron, Fábio Racoski e o próprio reitor — irão banhar os estudantes com o que de mais erudito e intelectual se produziu no micronacionalismo mundial. Será um show de cultura e conhecimento, capaz de fazer qualquer novato tornar-se um iniciado nas ciências ocultas do movimento micronacional. Imperdível para todos os micronacionalistas de língua portuguesa.

As matrículas podem ser feitas onlines no formulário providenciado pelo MINFRA em http://www.pasargada.net/unicm/matricula.php

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Um ano de Esparta


esparta

Em 6 de agosto de 2008, Rodrigo Mariano, Henrique “Falange” Diógenes e Bianka deram início a mais um projeto micronacional na Lusofonia. Foi anunciada a Diarquia Democrática de Esparta. Em um primeiro momento, era plausível acreditar que se trata de _ainda_ mais uma tentativa de emplacar uma micronação. Em um cenário de dispersão das energias e esfriamento geral do movimento micronacional, por várias razões, a maioria poderia acreditar que, inevitavelmente, Esparta estaria fadada ao (usual) fracasso. O obituário micronacional é vasto.

Brasão Oficial

Brasão Oficial

Nada mais distante da realidade. Esparta atravessou o teste do primeiro ano (o primeiro de muitos). A proposta inicial, modelista, trata-se de incorporar os valores da antiga pólis de Esparta, da Antigüidade Helênica, sob um prisma da defesa da democracia e da virtude combativa. Embalado pelo sucesso do thriller “300″, o projeto adotou a inovação do Ning e afiliou-se ao Socioculturalismo protagonizado pelos micropatriólogos Carlos Goes e Filipe Sales.

O lance de mestre do rei Rodrigo Mariano foi a adesão à Comunidade Livre de Pasárgada, reunindo energias e filiando-se a uma proposta tradicional e de primeira grandeza do movimento micronacional. Acolhida como quinto cantão, ao lado de Cenit, Sloborskaia, Icária e Efaté, Esparta desenvolveu-se de modo estável, ainda que paulatino.

Estruturada, Esparta conseguiu atrair micronacionalistas de qualidade, como Douglas Silva, o veterano Daniel Bojczuk, a carismática (e sobretudo bela) Kehsia Lorhana, o jornalista Leonardo Gomes e o próprio Sales, que se uniu ao empreendimento este ano.

Votante na OML

Votante na OML

A integração foi absoluta. Bojczuk e Falange são dirigentes da Coração Pasárgado, Oradores e membros eminentes do Governo “Pulsando por Pasárgada” / José Luiz Borrás. Kehsia é a porta-voz comunitária. Gomes ficou famoso por sua atualização diligente da Agência Espartana de Notícias, a AGESNO (também em WordPress!)— que o Tribuna Popular promove e recomenda.

Membro do ITM

Membro do ITM

A micronação uniu-se ao Principado de Efaté para fundar o Instituto de Tradições Monárquicas. Ademais, reafirmando o caráter também monárquico da Comunidade Livre, a Diarquia foi admitida, novamente de braços dados com Efaté, junto à Organização das Micromonarquias Lusófonas (OML), como pleno membro votante.

Por fim, no primeiro aniversário, o Rei Mariano anunciou o novíssimo visual do site oficial da Diarquia, com seus típicos templos e ordens militares. Um trabalho de qualidade, esteticamente apurado, de fazer inveja a muitos projetos do mundico. Para fechar com chave de ouro, “Sparta” também ganhou a sua própria página nas wikis anglófona (MicroWiki) e européia (MNeu), com direito a aparecer na ‘List of Micronations‘.

Fica o mistério: e o segundo rei (ou rainha), quem será?

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